Câmbio CVT do Audi A4

De acordo com a evolução tecnológica vários componentes do automóvel estão cada vez mais modernos, incluindo o sistema de transmissão.

No Brasil, o câmbio automático ainda não é muito utilizado, devido principalmente pelo “gosto” do povo brasileiro, que ainda mantém a preferência pelo câmbio mecânico. Mas, cá entre nós, dirigir numa cidade como São Paulo no horário de pico não é muito mais cômodo num veículo com transmissão automática? Creio que nesse ponto você concorda conosco não é mesmo?

Parece que desta vez as coisas estão começando a mudar. Cada vez mais carros estão saindo com o câmbio automático. Tanto que até a Fiat, (que raramente utiliza esse equipamento nos seus carros) agora dispõe do Marea automático.

Como estávamos falando sobre tecnologia, iremos comentar sobre um novo sistema de transmissão automática. Estamos falando sobre o sistema variável, o CVT, que faz trocas bastante suaves, já presente em veículos como o Audi A4.

O Audi A4 vem equipado com o CVT (Continuosly Variable Transmission) ou transmissão continuamente variável chamado de Multitronic pela marca alemã. A principal diferença está nas “mudanças de marchas”, muito suaves, quase imperceptíveis, uma vez que o câmbio possui infinitas relações de marcha. Ou seja, o motor fica praticamente numa rotação constante (3500 rpm, por exemplo) enquanto o câmbio faz o trabalho, com a velocidade aumentando. Tudo sem que o motor tenha sua rotação elevada.

Diferente dos outros sistemas, a alavanca possui apenas quatro posições (Parking, Ré, Neutro e Drive) ou as “trocas” podem ser feitas em dois botões no volante.
Este tipo de caixa de mudanças não possui engrenagens como os câmbios mecânicos ou discos hidráulicos como nos câmbios automáticos convencionais. No Multitronic, duas polias cônicas (ou seja, com o diâmetro variável) se movimentam através de uma corrente flexível de alumínio. Ou seja, o funcionamento da transmissão é “liso”, sem trancos, usando um princípio técnico como o dos ciclomotores ou scooters, que usam duas polias de diâmetro variável.

No Audi, conforme se pressiona o pedal do acelerador as polias se aproximam ou se afastam. Tudo controlado por centrais eletrônicas e sensores, que ajustam o seu funcionamento não só ao comportamento do motor, como também à maneira de dirigir do próprio motorista.

As mensagens enviadas à caixa de câmbio controlam infinitas relações de marcha (que vão de 2,1 : 1, a última marcha, à 12,7 : 1, correspondente à primeira marcha). As relações acontecem através das mudanças da distância entre as polias e a posição da corrente. Ou seja, com a alavanca em D (Drive), por exemplo, se vai de 0 a 150 km/h sem mudar de engrenagem.A figura mostra a corrente flexível utilizada no câmbio CVT.

Testei este veículo na Rodo Transporte – Traslados para Aeroportos em Belo Horizonte

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comentários
  1. jarbas monteiro lima disse:

    O cambio do Nissan Sentra é igual ao CVT do Audi A 4 ? por favor, me informe

  2. o canbio ao nissan sentre, é o mesmo cvt do audi a 4 ? por favor, me informe

  3. Jarbas, sinceramente não sei lhe dizer. Não trabalho com a linha Nissan…

  4. Fabricio disse:

    Jarbas,
    O XTronic CVT (Nissan Sentra) usa a mesma tecnologia de CVT por polias.

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