Arquivo da categoria ‘Injeção Eletrônica’

Peça Fiat 48613531 – Fiat Strada 01 a 02 | Injeção 1G7SD com Venice



É comum vermos profissionais e vendedores de peça confundirem o conversor CAN usado nos veículos FIAT com antigo relé de potência do sistema de injeção.
Normalmente vemos casos de tentarem colocar o relé DNI 8146 ou o Marília IM16027 que encaixa no conector no lugar da peça 48613531, que é o conversor CAN.
Eles não são compatíveis, o conversor é como um módulo, não é um “relé duplo de injeção”.

Estes carros usam um módulo de injeção não ligado à rede, comum dos motores FIASA 1.5 antigos e para que o painel receba os sinais na rede CAN é utilizado este conversor, unido à um sensor de temperatura duplo. Como as montadoras só mantém as peças à venda por 10 anos após a saída do modelo de mercado, este conversor não é mais encontrado para venda.

Virou uma mosca branca de olhos azuis e estes veículos, que já passaram deste prazo, correm o risco de apresentar problemas no componente, ficando sem medir temperatura acesa e sem a indicação de pressão de óleo.

Geralmente o cliente chega à oficina informando que a luz de temperatura acesa constante e o marcador não funciona, muitos nem observam que a luz de de pressão de óleo também parou.

Mais uma vez agradecimentos ao Barreira pelas implementações no Raven 3 Scanner que em breve vai contar com a opção do Venice no modelo. Quem usa ele até hoje pode selecionar o modelo de ano seguinte que conseguirá acessar o Venice.

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Teste e limpeza de bicos injetores da Kombi 2005 arrefecida a ar com a máquina da PlanaTC LB25000/x4

Após diagnose com rastreador Raven 3 Scope e transdutor de ressonância foi verificada falha de dois bicos injetores, que apresentaram em primeiro teste entupimento em um e falta de estanqueidade em outro.

Foi realizada limpeza com descarbonizante, seguida de limpeza com ultrassom e uma retrolavagem.

No vídeo o teste final dos bicos, onde um ainda apresentou falha de vedação que liberou durante o próprio teste.

Telas e anéis de vedação foram trocados, filtro de combustível, velas, cabos e os bicos remontados no veículo. Após a limpeza o sinal da sonda corrigiu, assim como a emissão pós catalisador.

Corolla 1.8 VVTi – Teste de bobinas de ignição e velas:

Teste do secundário de ignição com pinça indutiva nas bobinas COP do Corolla 2012 com motorização 1.8 Dual VVTi Flex

Análise do tempo de carregamento da bobina, e queima pela centelha nos cilindros.

O veículo superaqueceu sem a famosa queima da junta de cabeçote, sendo realizada troca de bomba d’água, correia dentada, tensor e óleo do motor.

Foram realizados testes de vedação, compressão e verificação de passagem de água para o lubrificante com a troca e teste do mesmo.

Utilizado o Scanner Raven 3 Scope para acompanhamento do funcionamento pós intervenção.

Agradecimento ao Barreira da Raven que sempre apoia a Garage 545.

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Foram realizados testes de vedação, compressão e verificação de passagem de água para o lubrificante com a troca e teste do mesmo.

Utilizado o scanner Raven 3 Scope para acompanhamento do funcionamento pós intervenção.

Agradecimento ao Barreira da Raven que sempre apoia a Garage 545.

Dica para retirada da flauta com as válvulas injetoras, no processo de teste e se necessária a limpeza ultrassônica.

Reitero que deve ser feita higienização da ponta e do corpo externo medição de resitência, depois serem feitos os testes: ângulo de jato, estanqueidade, equalização e sem verificada a tabela de vazão do fabricante da máquina de limpeza que você utiliza.

Somente após o teste: SE, e somente SE necessária deve ser feita limpeza em ultrassom. Após a limpeza deve ser feita a retro lavagem, passando fluído no sentido contrário e assim retirando a “sujeira” que foi descolada no ultrassom, evitando assim que seja refixada na agulha de vedação.

Posteriormente deve ser feita a com a troca das telas e anéis de vedação (O-Ring’s) e uma nova sequência de testes

Mitsubishi TR4 apresentando consumo alto de combustível.

Ao medir a pressão foi identificado excesso de pressão na linha, verificando o retorno de combustível com o carro no elevador, foi notado que o mesmo estava ligado em local incorreto no tanque, na tubulação do cânister.
Retirada a bomba foi observada obstrução na válvula de retorno e sujeira no captador (peneira do pescador).
Válvula desobstruída, filtro de captação trocado e a pressão voltou ao normal.

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Teste do motor de passo Magneti Marelli utilizando a máquina de limpeza de bicos LB-25000/x4 da PlanaTC

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Teste de ignição de veículo Honda utilizando a pinça do osciloscópio Raven.

Mesmo usando o tablet, é possível visualizar a centelha e realizar o diagnóstico de forma precisa. A visualização da onda é fácil, assim como as rampas do tempo de carregamento, disparo de centelha, rampa de queima e rampa final de no cruzamento de válvulas.

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Os veículos bicombustíveis estão, definitivamente, tomando conta do mercado. Desde que foram lançados, em março de 2003, cerca de 425 mil unidades foram comercializadas por todo o País. Esse número comprova que o flexfuel chegou para ficar.
Sempre na vanguarda da informação, oferecemos o mais recente sistema de injeção eletrônica da Magneti Marelli para motores 1.0 bicombustíveis dos veículos Fiat Mille, Palio e Siena; com detalhes de funcionamento, diagnóstico e manutenção.
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O conector de octanagem é um componente utilizado nos veículos com injeção eletrônica para adequar o tipo de combustível empregado. Não se trata de um sensor, muito menos um atuador. Muitas vezes é apenas um jumper colocado na extremidade de um conector elétrico do chicote.

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Injeção Eletrônica

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